Dei bouas risadas com isso aqui. Acho que é o caso de dar um cartazinho…
Entradas do Março 2009
Máfia da Rephorma
20, Março 2009 · 1 Comentário
Acabei de saber do lançamento do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, em matéria da firma.
Depois de todo o desfile de exceções tão ilógicas quanto a gramática sempre foi, vem uma revelação importante:
“Tem que simplificar, é bom que as pessoas leiam cada vez mais. Pode ser o texto mais complicado, mas vão ler com mais facilidade”, afirmou Sandroni, que disse nunca ter usado o trema. (Grifo e sensacionalismo meus.)
Nas mãos de quem esteve a ABL nos últimos tempos? (mãos que sempre se recusaram a fazer dois simpáticos e inofensivos pinguinhos no u…)
Seria o presidente da ABL uma espécie de João Hermann (aquele que não sabia usar crase) ou uma espécie de velhinho da FIFA?

Cartolas brasileiros
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Imperdível!!!
17, Março 2009 · 1 Comentário
Propaganda ideológica de boa vizinhança americana: São Paulo, 1943. Me senti um pouco Simpson vendo isso…
Em tempo: roubei do site do Millor.
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Eterno xodó da Fiel
5, Março 2009 · Deixe um comentário

O blog do Juca publicou um texto sobre o Zico, resolvi fazer uma provocação e dizer que o injustiçado Neto foi melhor jogador que o rubro-negro. Divirtam-se com a reação dos cariocas revoltados aqui! Clique em “mais antigos”, meu comentário é o terceiro de baixo para cima, depois é só rachar o bico…
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Simpático para os ricos, né?
3, Março 2009 · 2 Comentários
Tenho certa mania de ler a Folha porque o Estadão é regulado na internet. Hoje li um artigo de um colunsta português, João Pereira Coutinho. O texto é uma resposta a um artigo do “psicanalista superstar” (sic) Adam Philips, se chama ‘O capitalismo é simpático’ e basicamente defende, inspirado por Adam Smith (o guru espírita do neoliberalismo que cunhou a mão invisível do mercado – essa que em vez de regulá-lo, tira a grana do seu bolso para dar às montadoras em crise e afins… mas nem assim o cara perde credibilidade, tem méritos!), defende que “O livre comércio permite a riqueza das nações; e só pode existir “compaixão” pelos mais pobres quando existe riqueza que nos permita não apenas chorar por eles, mas elevá-los a um estádio tolerável de existência”. Legal, né? A existência de uma classe privilegiada valoriza uma classe explorada, de acordo com o colunista… Eu deveria ter parado de ler o artigo, eu sei… Mas prossegui. Ele segue nessa toada da mão invisível que no tempo livre joga migalhas aos pobres e afaga as cabecinhas de suas crianças mal alimentadas. Comovente, não? Meu estômago está comovido pacas, parece chorar e abraçar ora uma víscera vizinha, ora outra…
“Hoje, basta olhar para as sociedades ocidentais para ver como Smith tinha razão. Sim, o capitalismo está longe de ser a resposta milagrosa para os problemas do mundo, desde logo porque só um fanático acredita que existem respostas milagrosas para os problemas do mundo”. MÃO INVISÍVEL DO MERCADO NÃO É MILAGRE? Reparem que “fanático” é quem acredita que a humanidade simplesmente pode viver sem senhores, que eu posso trabalhar para o bem da humanidade e não do dono da empresa para a qual trabalho… Quem acredita que o mercado se auto-regula (e em plena crise econômica mundial cita isso sem nenhum constrangimento) é pragmático, realista, hahahaha…
“Mas, parafraseando Churchill sobre a democracia, o capitalismo é o pior sistema econômico, com a exceção de todos os outros. O capitalismo não permite apenas a criação de riqueza; como se vê em qualquer sociedade ocidental, é precisamente porque existe riqueza criada que é possível “redistribuir”, combatendo a miséria extrema. Quando não existe riqueza criada, não existe espaço para nenhuma “benevolência” ou “simpatia”. Existe só o mundo hobbesiano que Phillips tanto teme: onde nem a sobrevivência está garantida.
Aliás, se dúvidas houvesse, bastaria perguntar a Phillips onde ele preferiria ser pobre: na Inglaterra capitalista ou na anticapitalista Coreia do Norte? Desconfio de que a Inglaterra seja mais simpática.” Aqui, no fim, o senhor Coutinho realmente desanda seu artigo até então ideologicamente sustentável e razoavelmente argumentado. Fico pensando se por limitação intelectual ou por cinismo desavergonhado. Como comparar o padrão de vida de um país democrático e riquíssimo (graças aos avanços nas posses de tantos outros) com o padrão de vida numa ditadura trash e pobre? A pergunta deveria ser: preferia ser pobre na Coréia do Norte ou no Gabão? Na Coréia do Norte ou no Peru? O colunista da Folha, por pouca inteligência ou desonestidade mesmo, em vez de contrapor o capitalismo ao comunismo (e Marx nunca sonhou com a Coréia do Norte), opões de novo ricos e pobres… Afinal o Peru, o Haiti e a Costa do Marfim são tão capitalistas quanto a Inglaterra, não são? E não se vê cubano fugindo de balsa para a Jamaica, embora seja mais perto do que Miami e não tenha tubarões… O culto povo cubano, mesmo sua parcela anti-castrista, responde ao Coutinho, que ser pobre é ruim sempre. Mas um pobre inglês é rico. Assim como eu, classe-média dura, sou rico se chegar em La Paz…
Fica então minha pergunta ao colunista na Folha: e ele, preferia ser pobre na socialista Havana ou pobre na capitalista La Paz? Desconfio que prefira continuar sendo rico em Lisboa e cagar regra na Folha de S. Paulo.
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Retomando a bodega
2, Março 2009 · Deixe um comentário
O Carnaval acabou. Com ele, as desculpas. Como a parte de auto-propaganda foi abandonada demais, vou passar links só para os melhores (seja pelo meu trabalho, seja pelo tema…). Quem estiver a fim, veja as retrospectivas também. Basta buscar no G1.
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